sábado, 13 de abril de 2024

Emissão filatélica 100 anos da Federação de Patinagem de Portugal

 


A história da Federação de Patinagem de Portugal acompanha a história e a evolução dos desportos nacionais sobre rodas.

Desde a chegada dos primeiros patins a Portugal, em 1873, por intermédio da rainha

D. Maria Pia que promovia jogos e exibições de skills de patins de rodas no Convento de Mafra –, que os desportos sobre rodas foram ganhando cada vez mais projeção ao longo dos anos.

Em 1922, é criada a Liga Portuguesa de Hóquei, organismo que regulava o hóquei em patins, a patinagem e o hóquei em campo, em Portugal. Dois anos mais tarde, em 1924, nasce a Federação Portuguesa de Hóquei que, em 1933, passa a Federação Portuguesa de Patinagem e, em 2005, passa a ter a designação de Federação de Patinagem de Portugal (FPP).

A FPP orgulha-se da aposta feita no crescimento e desenvolvimento de todas as suas disciplinas ao longo deste século, comprovada pela extensa lista de títulos conquistados além-fronteiras mais de 860 pódios , e de acompanhar a evolução do desporto com a integração das disciplinas mais recentes e mais urbanas como o Inline Freestyle, o Roller Freestyle e o Skateboarding, que é modalidade olímpica desde 2020.


Canto inferior esquerdo de folha com logotipo de impressor Bpost (só foram impressos 1400 exemplares de cada selo com logotipo de impressor)

Canto inferior direito de folha com código de barras (só foram impressos 1400 exemplares de cada selo com código de barras)

FDC Porto

FDC Lisboa





Dados Técnicos / Technical Data
Emissão / issue – 2024 / 04 / 08
Selos / stamps
N20g – 70 000
A20g – 70 000
E20g – 70 000
I20g – 70 000
Design
Colmeia Design / Túlio Coelho
Créditos / credits
  Selos / stamps
Fotos / photos: Nuno Delícias
Tradução / translation
Kennis Translations
Agradecimentos / acknowledgements 
Federação de Patinagem de Portugal
Ana Walgode
David Marreiros
Gustavo Ribeiro
João Rodrigues
Papel / paper
110g/m2
Formato / size
Selos / stamps: 40 x 30,6 mm
Picotagem / perforation
12 1/4 x 12 e Cruz de Cristo / and Cross of Christ
Impressão / printing – offset
Impressor / printer – bpost Philately & Stamps Printing Folhas / sheets – Com 50 ex. / with 50 copies Sobrescrito de 1.º dia / FDC
C6
Pagela / brochure
C5


Emissão filatélica 100 anos Escola Superior Náutica Infante D. Henrique (noticiário filatélico n.º 8/2024) Filatelia Portugal 2024

Linha superior com título de emissão "Centenário da Escola Superior Náutica Infante D. Henrique"


A Escola Náutica, enquadrada no Ministério da Marinha, começou a funcionar nas instalações da Marinha de Guerra, na Rua do Arsenal, em Lisboa, exatamente no local onde até então estava instalada a Escola Auxiliar de Marinha (esta escola tinha sido criada em 1903 para formação de marítimos não militares e foi assim a entidade que deu origem à Escola Náutica).
A principal missão da Escola Náutica encontra-se bem definida no decreto-lei que determina a sua origem, em 1924:
«[…] a Escola Náutica destina-se a habilitar o pessoal técnico da Marinha Mercante, preparando-o para o comando e navegação, para o serviço de máquinas e para o serviço radiotelegráfico».
A Escola Náutica funcionou na Rua do Arsenal até 1972. A 26 de outubro desse ano, é inaugurado o campus de Paço de Arcos com a designação de Escola Náutica Infante D. Henrique.
Em 1974, a Escola Náutica Infante D. Henrique deixa de estar sob a alçada da Marinha de Guerra, sendo a sua tutela transferida para a Secretaria de Estado da Marinha Mercante (a exemplo de outros organismos não militares, ligados ao mar).
A Escola Náutica tem acompanhado a evolução do setor dos Transportes Marítimos e da Marinha Mercante, tendo alargado o seu portefólio de formação superior, em 2004, para a área da Gestão Logística e Portuária, deixando assim de ser exclusivamente uma escola de formação de oficiais da Marinha Mercante. Em 2008, a ENIDH passou a designar-se Escola Superior Náutica Infante D. Henrique. (texto retirado da pagela da emissão 100 anos Escola Superior Náutica Infante D. Henrique) 




Emissão / issue - 2024 / 02 / 21

Selos / stamps

N20g - 70 000

A20g - 70 000

Bloco / souvenir sheet

€3,00 - 23 000

Design

Unidesign / Hélder Soares

Créditos / credits Selos / stamps

- N20g Fachada principal da Escola Superior Náutica Infante

D. Henrique (ENIDH), em 1972 e em 2024.

Fotografias / photos: Arquivo Histórico da Marinha de Guerra e Nuno Delícias (respetivamente).

- A20g Centro de Simulação Marítima da ENIDH. Fotografias / photos: Nuno Delícias.

- Bloco / souvenir sheet

Baixo-relevo da autoria da escultora Maria Manuela Madureira e Alumni Wall - Prémio Carreira ENIDH, no átrio da entrada principal do edifício da ENIDH.

Fotografias / photos: Nuno Delícias.

Fundo / background

Fachada principal do edifício da ENIDH. Ilustração / illustration: André Chiote. Capa da pagela / brochure cover

Vista aérea da ENIDH. Fotografia / photo: Nuno Delícias.

Tradução / Translation

Kennis Translations

Agradecimentos / acknowledgments

Arquivo Histórico da Marinha de Guerra.

Papel / paper

110g/m2

Formato / size

Selos / stamps: 80 x 30,6 mm Bloco / souvenir sheet: 125 x 95 mm

Picotagem / perforation

12 ¼ x 12 e Cruz de Cristo / and Cross of Christ

Impressão / printing: offset Impressor / printer: Cartor Folhas / sheets:

Com 25 ex. / with 25 copies

Sobrescritos de 1.º dia / FDC

C5 – €0,75 C6 – €0,56

Pagela / brochure

€0,85

Canto de folha com logotipo de impressor - Cartor


Canto de folha com código de barras 5 606345 156775







quinta-feira, 8 de fevereiro de 2024

Cartão perfumado Paco Rabanne Phantom

 

Duplicados de Coleção em Delcampe

Emissão Filatélica Fábrica de Porcelana Vista Alegre - 200 anos (noticiário filatélico n.º 3/2024 )

Fundada em 1824, a Fábrica de Porcelana da Vista Alegre foi a primeira unidade industrial dedicada à produção da porcelana em Portugal. Para o sucesso deste empreendimento foi determinante a persistência e visão estratégica do seu fundador, José Ferreira Pinto Basto. Figura de destaque na sociedade portuguesa do século XIX, proprietário agrícola, comerciante audaz, tornou-se «o primeiro exemplo de livre iniciativa» em Portugal. Em 1812, adquiriu uma quinta perto da vila de Ílhavo, à beira da Ria de Aveiro. Por Alvará Régio de 1 de julho de 1824, D. João VI autorizou a edificação no local de «uma grande fábrica de louça, porcelana, vidraria e processos chimicos». Cinco anos depois, a Vista Alegre receberia o título de «Real Fábrica», um reconhecimento pela sua arte e sucesso. O primeiro período de laboração da fábrica foi dedicado ao vidro e cerâmica «pó de pedra», face ao desconhecimento da composição da pasta de porcelana. Após a descoberta, em 1832, de abundantes jazigos de caulino a norte de Ílhavo, a Vista Alegre começou a produzir porcelana de alta qualidade, apostando na contratação de mestres estrangeiros com experiência na indústria cerâmica, algo determinante para a formação de uma mão-de-obra local altamente especializada na produção de porcelana. Deste investimento resultou também a Manufatura da Vista Alegre, que ainda hoje está na origem das produções mais artísticas da marca.

200 anos Vista Alegre - 1824 / 2024

Emissão / issue – 2024 / 02 /05

Selos / stamps

N20g – 70 000

A20g – 70 000

E20g – 70 000

I20g – 70 000

Bloco / souvenir sheet

Com 1 selo / with 1 stamp

€3,00 – 20 000

Design: Folk Design


Créditos / credits Selos / stamps

N20g Prato Peónia, Coleção Flóris, Manufatura Vista Alegre, 2020.

A20g Escultura Flamingos, Edição especial, Manufatura Vista Alegre, 1974.

E20g Jarra Tucano, Coleção Amazônia, Ecoarts Amazônia, 2019.

I20g Candeeiro Nervi, Coleção E2H – Earth to Humanity, Ross Lovegrove, 2018.


Bloco / souvenir sheet Selo / stamp

Fachada da Fábrica de Porcelana Vista Alegre, 2016. Conjunto de chávena e pires da primeira fornada da Fábrica da Vista Alegre, João Maria Fabre, 1827.

José Ferreira Pinto Basto, fundador da Fábrica de Porcelana Vista Alegre (1774-1839).

Fundo / background: Escultura Cavalo Lusitano, Donald Brindley, 1989.


Duplicados de coleção em Delcampe

Linha superior de folha

Canto de folha com logotipo de Impressor
Canto de folha com logotipo de Impressor

Canto de folha com código de barras

Canto de folha com código de barras


Postal Máximo





terça-feira, 30 de janeiro de 2024

Emissão de etiquetas autoadesivas "Sustentabilidade" (noticiário filatélico n.º 70/2023)



A gestão sustentável de uma empresa ou instituição pública visa gerir os impactos socioambientais da atividade, positivos e negativos, de forma a assegurar a respetiva viabilidade financeira a longo prazo, a manutenção do nível de emprego e uma contribuição positiva para a sociedade, hoje e no futuro. Demonstra-se que a aplicação deste tipo de gestão traz uma maior resiliência e vantagens competitivas para as organizações. Os CTT Correios de Portugal são a «marca» mais antiga do país e uma das que maior reconhecimento e notoriedade possuem em todo o território nacional. Devido à tipologia das tarefas que fazem parte do seu core business, em Portugal e Espanha, os meios humanos e materiais utilizados são de grande dimensão: quase 13 000 trabalhadores e trabalhadoras, cerca de 4000 veículos próprios que percorrem mais de 66 milhões de quilómetros por ano, para garantir o transporte e a distribuição dos objetos postais, encomendas e expresso, aos quais se soma cerca do dobro da distância em atividade subcontratada. Desta forma, os CTT olham para a Sustentabilidade como um tema central da sua estratégia de desenvolvimento e já o fazem há muitos anos. Por exemplo, operam veículos elétricos, tanto de movimentação de mercadorias como de pessoas, desde 1999. No país, são pioneiros nesta prática. Para já não falar dos percursos apeados e da utilização secular das bicicletas pelos nossos carteiros. Hoje, circulam com as cores e a marca CTT mais de 600 veículos com essas caraterísticas. É a maior frota alternativa do país na área dos Transportes e da Distribuição. Uma empresa com tanta tradição e relevância no país deve ser agente da transição para uma economia de baixo carbono, sendo objetivo dos CTT continuar a expandir, de forma acelerada, as entregas 100% elétricas. Da mesma forma, os CTT têm o desafio crucial de maximizar o impacto positivo que têm junto das comunidades que servem. Com uma das maiores redes de pontos de contacto distribuídas por todo território português, do continente às ilhas, e também em Espanha, com uma equipa de carteiros e distribuidores em contacto direto com a população, os CTT são um fator de integridade territorial, com um papel importante no combate à desertificação e ao isolamento nas áreas rurais, ou mesmo de proximidade às populações vulneráveis a viver nos centros das grandes cidades. É necessário adaptar comportamentos e estratégias de gestão que promovam o equilíbrio entre o crescimento económico, o respeito pelos limites do planeta na utilização dos recursos naturais disponíveis e a promoção do bem-estar social, para que as gerações futuras também o possam fazer. «Quando a evolução é natural, o crescimento é sustentável.».

(texto retirado da pagela anunciadora de emissão)

FDC Lisboa

FDC Porto


Dados Técnicos / Technical 

Data Emissão / issue: 2023 / 10 / 09

Etiquetas / labels 3 x €0,61 3 x €0,90 3 x €1,05 3 x €1,15 

Também podem ser fornecidas etiquetas com impressão ”Correio Azul” com os valores de €0,80 e €4,00. Labels with overprint “Correio Azul” are also available at the value of €0,80 and €4,00.

Ilustrações / ilustrations Luís Taklim

Tradução / translation Kennis Translations 

Papel / paper - FSC 110 g/m 2 

Formato / size Etiquetas / labels : 55 x 30 mm 

Impressão / printing - offset mpressor / printer - Copidata S.A. 

Sobrescrito de 1.º dia / FDC DL 

Pagela / brochure

Obliterações do 1.º dia em First-day Cancellations

- Loja CTT Restauradores Praça dos Restauradores, 58 1250-998 LISBOA 

- Loja CTT Palácio dos Correios Praça da Trindade, n.º 32 4000-999 PORTO.


Duplicados de coleção para venda







Emissão Filatélica Figuras Mundiais da História e da Cultura 2023 - Blaise Pascal / Adam Smith

 


Duplicados de coleção em venda: