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quinta-feira, 26 de junho de 2025

Filatelia Emissão Comemorativa: 900 Anos do Foral de Ponte de Lima (1125–2025)

900 Anos do Foral de Ponte de Lima (1125–2025)
Pagela

FDC Lisboa

No dia 4 de abril de 2025, foi oficialmente colocada em circulação uma emissão filatélica especial que assinala os 900 anos do Foral de Ponte de Lima, o mais antigo foral outorgado em território português por D. Teresa, mãe de D. Afonso Henriques. Esta emissão celebra não apenas a longevidade histórica da vila, mas também a sua relevância cultural, patrimonial e identitária no contexto nacional.

A peça filatélica destaca-se pelo seu design evocativo, que conjuga elementos medievais com traços contemporâneos, refletindo a dualidade de Ponte de Lima: uma vila que honra o seu passado sem deixar de olhar para o futuro. A imagem da ponte romana e medieval sobre o rio Lima, símbolo incontornável da vila, surge em destaque, ladeada por elementos gráficos que remetem ao foral e à heráldica da época.

A emissão é acompanhada de um folheto informativo bilíngue (português e inglês), que contextualiza a importância histórica do foral de 1125. Este documento conferiu a Ponte de Lima direitos e privilégios que impulsionaram o seu desenvolvimento económico e social, tornando-a um ponto estratégico no norte do país ao longo dos séculos.

Composição da Emissão

2 selos:

  • Um retrata a ponte gótica de Ponte de Lima.
  • Outro representa a igreja matriz da vila.

1 bloco filatélico:

Apresenta o pergaminho do Foral e a estátua da rainha D. Teresa, que concedeu o foral em 1125.

Características Técnicas

Tiragem:

  • Selos: tiragem limitada (50 000 exemplares / cada).
  • Bloco filatélico: 20.000 exemplares.
  • Data de emissão: 04 de abril de 2025
  • Locais de obliteração especial: Lisboa (Restauradores e Chiado), Porto, Funchal, Ponta Delgada e Ponte de Lima 3.

Design e Temática

  • A emissão destaca elementos históricos e simbólicos da vila:
  • A ponte sobre o rio Lima, símbolo da ligação entre passado e presente.
  • A igreja matriz, representando a espiritualidade e a tradição.
  • O pergaminho do foral, como documento fundador.
  • A estátua de D. Teresa, homenageando a figura régia que marcou o início da história oficial da vila.





Envelope C6


Sobrescrito C5




sexta-feira, 13 de junho de 2025

Camélias do parque Terra Nostra nos Açores são tema de emissão filatélica dos CTT

Camélias do parque Terra Nostra nos Açores

Os CTT – Correios de Portugal lançam a partir desta sexta-feira, dia 04 de abril, uma coleção de selos dedicada às Camélias do Parque Terra Nostra, nos Açores. Esta emissão filatélica celebra as camélias como um elo entre o legado do passado e um futuro de inovação e dedicação à jardinagem. Representa o interesse na aclimatação de espécies raras e a promoção da biodiversidade. Para além da sua beleza ornamental, as camélias são fonte de alimento para polinizadores, contribuindo para o equilíbrio dos ecossistemas e reforçando a harmonia entre o homem e a natureza.

De acordo com a pagela desta emissão, o percurso histórico das camélias é impressionante, desde o seu cultivo original na Ásia até à sua introdução na Europa no século XVIII, onde rapidamente se tornaram plantas de prestígio. Portugal tem uma ligação especial às camélias, sendo um dos primeiros países europeus a recebê-las, devido às relações comerciais com o Oriente, e também um dos seus maiores promotores no espaço europeu.

Nos Açores, as primeiras cameleiras ornamentais terão chegado na primeira metade do século XIX, trazendo consigo um encanto que ainda hoje floresce no arquipélago. Este património natural, presente em parques, quintas e pequenos jardins públicos e privados, não é apenas um símbolo de beleza, mas também um testemunho vivo da história e das emoções dos açorianos. Para muitos, as camélias evocam memórias de infância, de reuniões familiares, de lares e espaços comuns, onde eram elemento decorativo obrigatório, eternizando afetos e nostalgia numa beleza que transcende gerações.

Uma parte significativa deste património botânico encontra-se preservada no Parque Terra Nostra, com origem no século XVIII, onde ainda é possível admirar cameleiras centenárias, cujos troncos lisos e imponentes as tornam únicas. Estes exemplares representam um património genético de inestimável valor, uma herança viva que nos conta histórias do passado e nos desafia a preservar este legado para as gerações vindouras.

A emissão é composta por três selos e por um bloco filatélico e as obliterações de primeiro dia podem ser feitas nas Lojas CTT dos Restauradores e Chiado, em Lisboa, Palácio dos Correios, no Porto, Zarco, no Funchal, Antero de Quental, em Ponta Delgada, e na Povoação.

FDC Lisboa

Canto de folha com código de barras




Sobrescrito C6


Envelope C5


domingo, 25 de maio de 2025

Selos com Memória: CTT homenageiam Maria Barroso e Mário Soares

No dia 2 de maio de 2025, os CTT – Correios de Portugal lançaram uma emissão filatélica especial para assinalar o centenário do nascimento de Maria Barroso e Mário Soares, duas figuras incontornáveis da história contemporânea portuguesa.

📮 Uma emissão com alma e história

A coleção é composta por:

Dois selos individuais, com fotografias históricas de Maria Barroso e Mário Soares;

Um bloco filatélico, com uma imagem conjunta num comício do Partido Socialista em 1977.


As imagens foram selecionadas a partir dos arquivos da Fundação Mário Soares e Maria Barroso, e evocam momentos marcantes da sua vida pública e pessoal.

🗳️ Dois nomes, uma luta comum

Maria Barroso (1925–2015) foi atriz, pedagoga, ativista e uma voz firme na defesa dos direitos humanos, da educação e da cultura como instrumentos de transformação social. Fundadora da Fundação Pro Dignitate, destacou-se também pelo seu trabalho humanitário e pela sua ligação à Cruz Vermelha Portuguesa.


Mário Soares (1924–2017) foi um dos principais rostos da resistência ao Estado Novo, fundador do Partido Socialista e figura central na construção da democracia portuguesa após o 25 de Abril. Foi também um dos grandes impulsionadores da adesão de Portugal à União Europeia.


📬 A filatelia como testemunho da liberdade

Esta emissão filatélica é mais do que uma homenagem — é um convite à reflexão sobre os valores da liberdade, democracia, justiça social e solidariedade. Através dos selos, perpetua-se a memória de duas vidas dedicadas ao bem comum, à cultura e à construção de um país mais justo.

2025_Centenário mario_soares_maria_barroso

Sobrescrito de 1.º dia obliterado com carimbo de Lisboa

Envelope de 1.º dia C6 

Envelope de 1.º dia C5



segunda-feira, 12 de maio de 2025

Emissão Filatélica As Bicicletas nas Profissões

As Bicicletas nas Profissões

Os CTT – Correios de Portugal lançam a partir desta segunda-feira, dia 07 de abril, uma emissão filatélica dedicada ao uso das bicicletas em diferentes profissões. A história deste meio de transporte remonta ao século XIX.

Em Portugal, as primeiras bicicletas terão chegado na segunda metade doséculo xix e seriam as Bicycles Michaux. No final do século XIX, estima-se que existissem no país cerca de oito mil velocipedistas e, nessa altura, o número de bicicletas importadas era já apreciável, pese embora a carga aduaneira proibitiva de que eram alvo, a que se somava o pagamento de selo e de licença municipal obrigatória.

Foram várias as profissões que durante décadas utilizaram este veículo como meio de transporte. No final do século XIX, a corporação de bombeiros de Coimbra estuda a introdução das bicicletas para condução do piquete de bombeiros no acompanhamento a incêndios fora da cidade. Também os Correios cedo começaram a utilizar a bicicleta como meio de transporte. Os boletineiros usavam-na para entregar telegramas e correspondência expresso, enquanto os carteiros ciclistas asseguravam a distribuição diária de cartas e encomendas.

Também nas Forças Armadas, o Exército português iniciou, no final do século xix, o uso experimental da bicicleta, sendo os militares que a utilizavam conhecidos como velocipedistas. O primeiro uso conhecido em combate conhecido de bicicletas pelo exército português, ocorreu durante a primeira grande Guerra Mundial.

Na Marinha de Guerra, as bicicletas foram utilizadas, em quase todas as unidades em terra e também em algumas unidades navais. Os soldados da GNR, deslocavam-se em bicicletas nas suas rondas pelas estradas e ruas das aldeias e vilas, transportando a sua espingarda junto ao quadro.

Também os guardas-florestais recorriam a este meio de transporte para se deslocarem.

Em muitas profissões, a bicicleta desempenhava também o papel de meio de transporte para a distribuição de mercadorias. Os padeiros utilizavam cestas de verga acopladas à parte traseira, enquanto os leiteiros carregavam as suas leiteiras de alumínio na bicicleta, andando de porta em porta. Já o carvoeiro distribuía carvão, e o peixeiro entregava peixe diretamente ao domicílio. Além destes, havia ainda o vendedor de gelados e até o assador de castanhas, que também usavam a bicicleta como meio de locomoção.

Com o aparecimento da bicicleta no meio rural, tornou-se hábito o trabalhador deslocar-se à vinha na sua bicicleta pasteleira e colocar na mesma os utensílios necessários a cada tarefa: a enxada, o podão, o serrote ou a tesoura de enxertia. Levava também um pequeno barril com vinho, e o saco do “farnel”.

O amolador, profissão que ainda sobrevive em algumas regiões de Portugal, utilizava a bicicleta não apenas como meio de transporte, mas também como suporte para o esmeril, acionado por uma engrenagem conectada à roda da bicicleta. Levava também as ferramentas necessárias para afiar tesouras e facas, bem como reparar guarda-chuvas e sombrinhas. Esta profissão tem origem numa pequena localidade da Galiza, em Espanha, onde, para anunciar a sua chegada, os amoladores usavam uma flauta de pan, cujo som característico permanece vivo no nosso imaginário.

A história da bicicleta é um reflexo da contínua inovação humana, que ao longo dos séculos tem transformado este simples veículo numa ferramenta essencial de transporte e de liberdade.

Esta coleção do 1º Grupo é composta por cinco selos e as obliterações de primeiro dia podem ser feitas nas Lojas CTT dos Restauradores e Chiado, em Lisboa, Palácio dos Correios, no Porto, Zarco, no Funchal, e Antero de Quental, em Ponta Delgada.

Este 1.º Grupo de selos sobre a temática constitui a nova emissão-base, sobretudo destinada no passado ao consumo postal e que se vai manter pelo menos por dois anos.



segunda-feira, 17 de março de 2025

Emissão filatélica para assinalar o bicentenário do nascimento de Camilo Castelo Branco

 

Em 2025, celebram-se os 200 anos do nascimento de Camilo Castelo Branco (1825-2025), um dos maiores nomes da literatura portuguesa. Para assinalar esta data, os CTT Correios de Portugal lançaram uma coleção especial de selos e o livro Lugares da Vida e da Ficção em Camilo Castelo Branco, da autoria de José Manuel de Oliveira.

O selo principal retrata o escritor na sua casa em São Miguel de Seide, onde fundou a sua “bigorna das Letras” — um espaço de criação literária que se tornou símbolo da literatura nacional. A imagem é acompanhada por uma videira, metáfora da vitalidade e atualidade da sua vasta obra, composta por 137 títulos em 180 volumes.

A coleção inclui selos dedicados a quatro das suas obras mais marcantes:
  • Amor de Perdição: Um clássico sobre amores proibidos, paixões trágicas e os efeitos devastadores da separação e da repressão social.
  • Maria Moisés: Uma crítica aos preconceitos sociais e às consequências da gravidez precoce, com temas ainda atuais como a inclusão e a solidariedade.
  • A Queda dum Anjo: Uma sátira política sobre a perda de valores éticos após a ascensão ao poder.
  • Memórias do Cárcere: Um retrato ficcional e histórico das prisões do século XIX e das injustiças do sistema judicial da época.
  • Esta homenagem filatélica é mais do que uma celebração — é um convite à redescoberta de um autor que, com sensibilidade e génio, captou a essência da alma portuguesa.

📍 Carimbos de 1.º dia nas lojas CTT de Lisboa, Porto, Funchal, Ponta Delgada e Vila Nova de Famalicão.
📚 Mais informações em: CTT




domingo, 13 de outubro de 2024

Filatelia 2024 - Emissão filatélica Portugal e Marrocos Unidos em Amizade − Emissão conjunta (selos postais)


Foi há 250 anos, em 1774, que se assinou o Tratado de Paz, Navegação e Comércio, pedra angular sobre a qual se edificou o relacionamento político-diplomático entre ambos os países. Desde então, as relações político-diplomáticas bilaterais têm-se caraterizado pelo seu elevado equilíbrio e estabilidade, distinguindo-se por uma evolução positiva e mutuamente enriquecedora. Com a presente emissão filatélica, os CTT Correios de Portugal assi - nalam os 250 anos daquele Tratado, com exemplares filatélicos que ilustram as inestimáveis riquezas patrimoniais dos dois países, através de imagens de monumentos históricos emblemáticos e evocativos daquela época. A mesma emissão conjunta celebra, também, os 30 anos do Tratado de Amizade, Boa Vizinhança e Cooperação, instrumento que atualmente enquadra o nosso relacionamento bilateral.


Dados técnicos / données techniques / technical data 

Emissão / émission / issue – 2024 / 10 / 07 

Selos / timbres / stamps 

€0,65 – 70 000 

€1,30 – 70 000 

Ilustrações / illustrations Abdeslam El Amrani 

Design / conception Unidesign / Hélder Soares 

Créditos / crédits / credits 

Capa da pagela / couverture de la brochure / brochure cover 

Estátua equestre de D. José I e Arco da Rua Augusta, Terreiro do Paço, Lisboa / Statue équestre du roi José Ier et arc de la Rua Augusta, Terreiro do Paço, Lisbonne / / Equestrian statue of King José I and Rua Augusta Arch, Terreiro do Paço, Lisbon. 

Foto / photo: Jim Monk / Alamy Stock Photo / Fotobanco.pt Sqala du Port, Essaouira: torre defensiva no porto de pesca de Essaouira / tour de defense du port de pêche d’Essaouira / defensive tower at the fishing port of Essaouira. Foto / photo: leonid Andronov / Alamy Stock Photo / / Fotobanco.pt 

Tradução / traduction / translation Kennis Translations 

Agradecimentos / Remerciements / Acknowledgements 

Agradecemos a excelente colaboração do Ministério dos Negócios Estrangeiros de Portugal e de Poste Maroc em todas as fases desta emissão de selos. / Nous tenons à remercier le ministère des Affaires étrangères du Portugal et la Poste Maroc pour leur excellente coopération dans toutes les phases de cette émission de timbres. / / We would like to thank the Ministry of Foreign Affairs of Portugal and Poste Maroc for their excellent cooperation in all phases of this stamp issue. 

Papel / papier/ paper 110g/m 2 

Formato / taille / size Selos / timbres / stamps: 40 x 30,6 mm 

Picotagem / perforation / perforation 12 ¼ x 12 

Impressão / impression / printing: offset 

Impressor / imprimeur / printer: Cartor 

Folhas / feuilles / sheets: Com 50 ex. / avec 50 ex / with 50 copies.





domingo, 6 de outubro de 2024

Emissão filatélica Instrumentos Musicais da Bandas Filarmónicas Sobrescritos de 1.º dia da emissão, pagela personalizada e carteira (noticiário filatélico n.º 7/2024)

Emissão filatélica Instrumentos Musicais da Bandas Filarmónicas

Há mais de dois séculos, foi na Europa que nasceram as “bandas de música”, acompanhando a afirmação do liberalismo e, posteriormente, do movimento republicano, e revolucionando a arte de fazer música, levando-a a sair dos salões das elites, para o espaço público. No ambiente do século xix, a música e a atividade das bandas tornaram-se uma das principais formas de sociabilidade entre as diversas classes sociais, numa época em que ocorre a grande proliferação das bandas filarmónicas, traduzindo a importância da atividade cultural e artística amadora nas classes sociais menos favorecidas, e a sua dimensão singular de desenvolvimento e de democratização cultural. A estética e o modelo organizacional das bandas, assim como o seu repertório, resultaram da combinação das influências francesa, austríaca e alemã (prussiana) que levaram a música aos grandes espaços públicos, nos desfiles militares e nas festividades populares, através das marchas de cariz patriótico e também em concertos nos jardins e noutros locais, onde os temas de ópera, as valsas, as polcas e outros géneros, anteriormente conhecidos apenas pelas elites, eram divulgados a todas as classes sociais.

Texto retirado da pagela






Dados Técnicos / Technical Data

Emissão / issue - 2024 / 02 /19

Selos autoadesivos / self-adhesive stamps
N20g – Nacional 20 gramas / 20 grams national
A20g – Correio Azul Nacional 20 gramas / 20 grams national Correio Azul 
E20g – Europa 20 gramas / 20 grams Europe
I20g – Extra - Europa 20 gramas / 20 grams Extra Europe

Design Unidesign / Hélder Soares

Créditos / credits 
N20g Trompete 
A20g Clarinete 
E20g Saxofone Tenor 
I20g Tuba 
Fotos / photos: Nuno Delícias. Coleção / collection: Sociedade Filarmónica Recreio Alverquense.

Pagela / brochure Banda da Sociedade Filarmónica Luzitana, Estremoz.
Capa / cover: Banda da Sociedade Filarmónica Providência, Vila Fresca de Azeitão, 1972. 

Sobrescrito de 1.º dia / first day cover
Foto / photo: Pedro Marquês de Sousa

Tradução / Translation Kennis Translations 

Agradecimentos / acknowledgments
Banda Comércio e Indústria das Caldas da Rainha Sociedade Filarmónica Luzitana Sociedade Filarmónica Providência Sociedade Filarmónica Recreio Alverquense Sociedade Filarmónica União Maçaense 

Papel / paper 90g/m 2 

Formato / size Selos / stamps: 25 x 30 mm

Picotagem / perforation 10 1/4 x 10

Impressão / printing: offset

Impressor / printer: Cartor

sábado, 13 de abril de 2024

Emissão filatélica 100 anos Escola Superior Náutica Infante D. Henrique (noticiário filatélico n.º 8/2024) Filatelia Portugal 2024

Linha superior com título de emissão "Centenário da Escola Superior Náutica Infante D. Henrique"


A Escola Náutica, enquadrada no Ministério da Marinha, começou a funcionar nas instalações da Marinha de Guerra, na Rua do Arsenal, em Lisboa, exatamente no local onde até então estava instalada a Escola Auxiliar de Marinha (esta escola tinha sido criada em 1903 para formação de marítimos não militares e foi assim a entidade que deu origem à Escola Náutica).
A principal missão da Escola Náutica encontra-se bem definida no decreto-lei que determina a sua origem, em 1924:
«[…] a Escola Náutica destina-se a habilitar o pessoal técnico da Marinha Mercante, preparando-o para o comando e navegação, para o serviço de máquinas e para o serviço radiotelegráfico».
A Escola Náutica funcionou na Rua do Arsenal até 1972. A 26 de outubro desse ano, é inaugurado o campus de Paço de Arcos com a designação de Escola Náutica Infante D. Henrique.
Em 1974, a Escola Náutica Infante D. Henrique deixa de estar sob a alçada da Marinha de Guerra, sendo a sua tutela transferida para a Secretaria de Estado da Marinha Mercante (a exemplo de outros organismos não militares, ligados ao mar).
A Escola Náutica tem acompanhado a evolução do setor dos Transportes Marítimos e da Marinha Mercante, tendo alargado o seu portefólio de formação superior, em 2004, para a área da Gestão Logística e Portuária, deixando assim de ser exclusivamente uma escola de formação de oficiais da Marinha Mercante. Em 2008, a ENIDH passou a designar-se Escola Superior Náutica Infante D. Henrique. (texto retirado da pagela da emissão 100 anos Escola Superior Náutica Infante D. Henrique) 




Emissão / issue - 2024 / 02 / 21

Selos / stamps

N20g - 70 000

A20g - 70 000

Bloco / souvenir sheet

€3,00 - 23 000

Design

Unidesign / Hélder Soares

Créditos / credits Selos / stamps

- N20g Fachada principal da Escola Superior Náutica Infante

D. Henrique (ENIDH), em 1972 e em 2024.

Fotografias / photos: Arquivo Histórico da Marinha de Guerra e Nuno Delícias (respetivamente).

- A20g Centro de Simulação Marítima da ENIDH. Fotografias / photos: Nuno Delícias.

- Bloco / souvenir sheet

Baixo-relevo da autoria da escultora Maria Manuela Madureira e Alumni Wall - Prémio Carreira ENIDH, no átrio da entrada principal do edifício da ENIDH.

Fotografias / photos: Nuno Delícias.

Fundo / background

Fachada principal do edifício da ENIDH. Ilustração / illustration: André Chiote. Capa da pagela / brochure cover

Vista aérea da ENIDH. Fotografia / photo: Nuno Delícias.

Tradução / Translation

Kennis Translations

Agradecimentos / acknowledgments

Arquivo Histórico da Marinha de Guerra.

Papel / paper

110g/m2

Formato / size

Selos / stamps: 80 x 30,6 mm Bloco / souvenir sheet: 125 x 95 mm

Picotagem / perforation

12 ¼ x 12 e Cruz de Cristo / and Cross of Christ

Impressão / printing: offset Impressor / printer: Cartor Folhas / sheets:

Com 25 ex. / with 25 copies

Sobrescritos de 1.º dia / FDC

C5 – €0,75 C6 – €0,56

Pagela / brochure

€0,85

Canto de folha com logotipo de impressor - Cartor


Canto de folha com código de barras 5 606345 156775