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sábado, 13 de dezembro de 2025

Maximum Card 1.º Centenário de Prudente de Moraes (1941)


Country: 
Brazil

Issue: Brazil – 600 Réis “Prudente de Moraes”

Date of Issue: November 15, 1910

Postmark: Commemorative Circular Date Stamp – “1.º Centenário de Prudente de Moraes” – São Paulo – 04 October 1941 (Expiry date: 01/11/1942)

Postcard: Monochrome printed portrait of Dr. Prudente de Moraes, first civilian President of the Republic of Brazil (1894–1898), presented in a formal photographic style with his name and presidential title printed below. (Edition Papelaria Rio Branco)


Justification of Maximum Concordance:
This maximum card demonstrates full thematic, geographic, and temporal concordance. The 600 Réis stamp issued on November 15, 1910 portrays Prudente de Moraes, Brazil’s first civilian President, providing explicit thematic alignment with the postcard, which also presents his portrait in a formal photographic style.

The commemorative cancellation “1.º Centenário de Prudente de Moraes”, struck in São Paulo on 04 October 1941, further reinforces thematic relevance by marking the 100th anniversary of his birth and directly referencing the historical figure represented on both the stamp and the postcard. geographically, São Paulo is the state most closely associated with Prudente de Moraes’s political life and presidency, ensuring strong geographic concordance.

Temporal concordance is also fully achieved: the stamp remained valid for postal use until 01 November 1942, and the 1941 cancellation falls entirely within this period of postal validity, confirming proper chronological alignment for a historical maximum card.

sexta-feira, 25 de julho de 2025

Ficha Técnica Filatélica – Selo Comemorativo Centenário da fundação da cidade de Mococa - São Paulo (1856–1956)


O selo emitido em 1956 celebra o centenário da fundação da cidade de Mococa, localizada no interior do estado de São Paulo, Brasil. Fundada em 1856, Mococa desenvolveu-se a partir da expansão cafeeira e da formação de fazendas no oeste paulista, tornando-se um importante polo agrícola e cultural da região. O selo apresenta o brasão de armas da cidade, com o lema “Terra Mea Paulista Generosa”, refletindo o orgulho local e a generosidade de seu povo. A emissão, de valor facial de 60 centavos, integra a série de selos comemorativos brasileiros que homenageiam marcos históricos e culturais. A escolha do brasão como elemento central reforça a identidade municipal e o vínculo com as tradições paulistas. Este selo é um testemunho visual da memória coletiva e da valorização das raízes históricas do Brasil, sendo uma peça relevante para colecionadores temáticos e estudiosos da história postal nacional.

🧾 Ficha Técnica Filatélica – Selo Comemorativo de Mococa (1956)

1. Identificação Geral

  • País emissor: Brasil
  • Ano de emissão: 1956
  • Motivo da emissão: Centenário da fundação da cidade de Mococa - São Paulo (1856–1956)
  • Valor facial: 60 centavos (60 CTS)
  • Inscrição principal: “BRASIL CORREIO”
  • Legenda comemorativa: “FUNDAÇÃO DA CIDADE DE MOCOCA - S. PAULO”
  • Lema no brasão: “TERRA MEA PAULISTA GENEROSA”

2. Descrição Visual

  • Cores predominantes: Vermelho
  • Imagem central: Brasão de armas da cidade de Mococa
  • Elementos gráficos adicionais: Datas “1856” e “1956” à esquerda do brasão

3. Critérios FIP

  • a) Condição (Condition)
    • Estado físico: Excelente (sem danos visíveis, dobras ou manchas)
    • Posição: Boa (imagem e margens bem proporcionadas)
  • b) Qualidade de Impressão (Quality)
    • Impressão: Clara e bem definida
    • Preservação da cor: Ótima, sem desbotamento aparente
  • c) Importância Filatélica (Philatelic Importance)
    • Tipo de emissão: Comemorativa
    • Relevância histórica: Celebra o centenário de uma cidade paulista, com valor cultural e regional
  • d) Raridade (Rarity)
    • Tiragem: 5.000.000
    • Disponibilidade no mercado: Comum a moderadamente escasso (estimativa)
  • e) Apresentação (Presentation)
    • Design: Simétrico, com boa organização visual
    • Legibilidade: Alta
  • f) Conhecimento e Pesquisa (Knowledge and Research)
    • Contextualização: Pode ser integrado em coleções temáticas sobre:
      • História das cidades brasileiras
      • Brasões municipais
      • Emissões comemorativas do Brasil


1950 - 100 anos da criação da Província do Amazonas


Este selo celebra os 100 anos da criação da Província do Amazonas, uma data de grande relevância histórica para o Brasil, especialmente no contexto da expansão territorial e administrativa do Império. A emissão destaca o papel da região amazónica na formação nacional.

🧠 2. Conhecimento e Pesquisa (até 35 pontos)

  • País: Brasil
  • Ano de emissão: 1950
  • Valor facial: 60 centavos
  • Tema: Centenário da Província do Amazonas
  • Imagem: Provavelmente o Teatro Amazonas, ícone arquitetónico de Manaus
  • Inscrições: “BRASIL CORREIO”, “1850 1950”, “60 CENTAVOS”, “CENTENÁRIO DA PROVÍNCIA DO AMAZONAS”

quinta-feira, 1 de agosto de 2024

Selos do Brasil 2001 Pássaros Hyacinth Macaw Sun Parakeet Ochre-marked Yellow-faced Papagaio bird Arara Belo Horizonte marca dia

 


Series: Brazilian birds
 Issued on: 2001-06-01
Size: 38 x 38 mm
Designers: Etienne Demonte
Printers: Casa da Moeda do Brasil
Perforation: comb11½
Printing: Offset lithography
Face value: 1.30 R$ - Brazilian real
Print run: 4,000,000

domingo, 21 de julho de 2024

Selos de Portugal 2022 Emissão Conjunta Brasil 200 anos de Independência join issue Brazil years brazilian independence D. Pedro


 Emissão / issue - 2022 / 09 / 07

Selo / stamp: € 2,75 - 75 000
Design: Ely Borges, Isabel Flecha de Lima
Adaptação / adaptation: Unidesign / Hélder Soares
Créditos / credits
Em cima / above:
Sessão do Conselho de Ministros.
Óleo sobre tela, Georgina Moura Andrade de Albuquerque, 1922. Coleção/collection: Museu Histórico Nacional / Ibram/ MTur / n 03 / 2022 / MUSEm baixo / below:
Retrato do Imperador Dom Pedro I. Óleo sobre tela, Simplício Rodrigues de Sá, 1826. Coleção/collection: Museu Imperial / Ibram / MTur/ n 03 / 2022 / MUS.

Mais duplicados de coleção para troca ou venda no site Um Lugar para o Colecionismo


quarta-feira, 7 de setembro de 2022

Emissão Conjunta Portugal / Brasil 200 anos de independência

EDIÇÃO CONJUNTA BRASIL-PORTUGAL 200 ANOS DE INDEPENDÊNCIA BRASILEIRA


Em 7 de setembro de 1822, às margens do rio Ipiranga, próximo a São Paulo, ressoou o famoso grito: “Independência ou Morte”. Este foi o anúncio simbólico do passo decisivo na construção do Brasil como nação independente. Sob a égide da ainda reinante Casa de Bragança, Pedro, até então Príncipe Regente, assumiu a liderança política que lhe havia sido implicitamente conferida pela nação brasileira, que, em janeiro daquele ano, ouvira e ecoara sua não menos famosa grito de “eu vou ficar”. Ao declarar sua intenção de ficar, opondo-se assim ao apelo dos Tribunais Constituintes reunidos em Lisboa, Pedro adotou o Brasil como sua casa, pronto para sua ascensão natural à liderança de um novo império separado de sua pátria. Sua proclamação como imperador ocorreu logo depois, em 12 de outubro de 1822. Como figura tutelar, foi fundamental na manutenção da unidade política de um vasto território, bem como na formação das instituições sociais e políticas do Estado brasileiro em construção. Pedro I do Brasil regressou a Portugal em 1831 como Pedro IV para apoiar a causa liberal, que lhe era cara, numa altura em que a turbulência inerente ao regresso à monarquia absoluta era muito maior do que a ligeira perturbação sentida na política brasileira. vida em busca de seus horizontes.

Muitos se envolveram na construção dessa trajetória irreversível iniciada naquele vertiginoso ano de 1822. Entre os muitos protagonistas que, nas províncias brasileiras, manifestaram seu desgosto com a manutenção da administração e dos poderes coloniais, a liderança firme e calma do Destaca-se José Bonifácio de Andrade e Silva. Foi responsável por redigir documentos programáticos que foram decisivos para afirmar as potencialidades do país emergente, além de influenciar Pedro a aderir à causa brasileira.

Em Portugal, às vésperas de 7 de setembro, os Tribunais davam os retoques finais à Constituição, que ainda dedicava uma seção específica à organização do poder executivo do Brasil. Ao mesmo tempo, os Tribunais discutiam disposições relativas às relações comerciais entre Portugal e o Brasil como partes do mesmo império, com fortes opiniões expressas sobre as vantagens de (ou a ofensa causada) a retomada de privilégios que protegiam a exclusividade do antigo mercado colonial. No entanto, essa possibilidade não passava de uma miragem.

De fato, embora seja verdade que a independência política brasileira decorreu de desejos convergentes de emancipação e libertação do antigo poder dominante, não há dúvida de que a legitimação de um tão desejado processo de separação política foi em grande parte ditada pela crescente autonomia económica que o território brasileiro alcançou a partir de 1808, quando a corte do futuro João VI se instalou no Rio de Janeiro em decorrência das guerras napoleônicas. A abertura dos portos brasileiros à poderosa marinha mercante britânica representou o fim de uma era de exclusividade colonial que tornou o Brasil capaz de alcançar sua liberdade econômica, ainda que para isso tivesse que se posicionar sob a influência de outras forças estratégicas internacionais. interesses. Mas a sorte estava lançada. A união entre Portugal e Brasil foi enfraquecida em seu elo mais forte. O descontentamento no reino agitou sentimentos que vieram a encarnar o movimento liberal regenerador, consubstanciado na revolução de 1820. Bastou dois anos para que a inevitável independência do Brasil se confirmasse de uma vez por todas.

José Luis Cardoso

Instituto de Ciências Sociais, Universidade de Lisboa

 

Emissão / issue - 2022 / 09 / 07

Selo / stamp: 2,75 - 75 000

Design: Ely Borges, Isabel Flecha de Lima

Adaptação / adaptation: Unidesign / Hélder Soares

Créditos / credits

Em cima / above:

Sessão do Conselho de Ministros.

Óleo sobre tela, Georgina Moura Andrade de Albuquerque, 1922. Coleção/collection: Museu Histórico Nacional / Ibram/ MTur / n 03 / 2022 / MUS. Em baixo / below:

Retrato do Imperador Dom Pedro I. Óleo sobre tela, Simplício Rodrigues de Sá, 1826. Coleção/collection: Museu Imperial / Ibram / MTur/ n 03 / 2022 / MUS.

 

 

On 7 September 1822, on the banks of the river Ipiranga, near São Paulo, the famous cry rang out: “Independence or Death”. This was the symbolic announcement of the decisive step in the construction of Brazil as an independent nation. Under the aegis of the still reigning House of Bragança, Pedro, until then Prince Regent, assumed the political leadership that had been implicitly bestowed on him by the Brazilian nation, which, in January that year, had heard and echoed his no-less famous cry of “I will stay.” By declaring his intention to stay, thus opposing the appeal of the Constituent Courts gathered in Lisbon, Pedro adopted Brazil as his home, ready for his natural ascent to leadership of a new empire separated from its motherland. His proclamation as emperor took place soon after, on 12 October 1822. As a tutelary figure, he was fundamental in maintaining the political unity of a vast territory, as well as in shaping the social and political institutions of the Brazilian state under construction. Pedro I of Brazil returned to Portugal in 1831 as Pedro IV to support the liberal cause, which was close to his heart, at a time when the turmoil inherent in the return to an absolute monarchy was far greater than the slight disturbance felt in Brazilian political life as it searched for its horizons.

Many were involved in the construction of this irreversible trajectory set in motion in that giddying year of 1822. Among the many protagonists who, in the Brazilian provinces, had expressed their disgust at the maintenance of colonial administration and powers, the firm and calm leadership of José Bonifácio de Andrade e Silva is worth highlighting. He was responsible for writing programmatic documents that were decisive in affirming the potentials of the emerging country, as well as being influential in persuading Pedro to join the Brazilian cause.

In Portugal, on the eve of 7 September, the Courts were giving the finishing touches to the constitution, which still devoted a specific section to the organisation of the executive power of Brazil. At the same time, the Courts discussed provisions relating to trade relationships between Portugal and Brazil as parts of the same empire, with strong opinions expressed on the advantages of (or the offence caused by) resuming privileges protecting the exclusivity of the former colonial market. However, this possibility was no more than a mirage.

Indeed, while it is true that Brazilian political independence stemmed from converging desires for emancipation and freedom from the former dominant power, there is no doubt that the legitimisation of a much-wanted process of political separation was in large part dictated by the growing economic autonomy that the Brazilian territory achieved from 1808, when the court of the future João VI settled in Rio de Janeiro as a result of the Napoleonic wars. The opening up of Brazilian ports to the powerful British merchant navy represented the end of an era of colonial exclusivity that made Brazil able to achieve its economic freedom, even if in order to do so it had to position itself under the influence of other international strategic interests. But the die had been cast. The union between Portugal and Brazil was weakened at its strongest link. Discontent in the kingdom stirred sentiments that came to embody the regenerative liberal movement, consubstantiated in the revolution of 1820. Two years were all it took for Brazil’s inevitable independence to be confirmed once and for all.

José Luís Cardoso

Instituto de Ciências Sociais, University of Lisbon

 

 

Retirado de: https://www.ctt.pt/contentAsset/raw-data/b4847281-53ba-4d7a-a5b0-54560e7ad149/ficheiro/1007547c-9ffd-44cf-ab5b-63f01796fcce/export/PAGELA%20Brasil%20Portugal_TXT.pdf