Mostrar mensagens com a etiqueta Emissão Conjunta. Mostrar todas as mensagens
Mostrar mensagens com a etiqueta Emissão Conjunta. Mostrar todas as mensagens

domingo, 13 de outubro de 2024

Filatelia 2024 - Emissão filatélica Portugal e Marrocos Unidos em Amizade − Emissão conjunta (selos postais)


Foi há 250 anos, em 1774, que se assinou o Tratado de Paz, Navegação e Comércio, pedra angular sobre a qual se edificou o relacionamento político-diplomático entre ambos os países. Desde então, as relações político-diplomáticas bilaterais têm-se caraterizado pelo seu elevado equilíbrio e estabilidade, distinguindo-se por uma evolução positiva e mutuamente enriquecedora. Com a presente emissão filatélica, os CTT Correios de Portugal assi - nalam os 250 anos daquele Tratado, com exemplares filatélicos que ilustram as inestimáveis riquezas patrimoniais dos dois países, através de imagens de monumentos históricos emblemáticos e evocativos daquela época. A mesma emissão conjunta celebra, também, os 30 anos do Tratado de Amizade, Boa Vizinhança e Cooperação, instrumento que atualmente enquadra o nosso relacionamento bilateral.


Dados técnicos / données techniques / technical data 

Emissão / émission / issue – 2024 / 10 / 07 

Selos / timbres / stamps 

€0,65 – 70 000 

€1,30 – 70 000 

Ilustrações / illustrations Abdeslam El Amrani 

Design / conception Unidesign / Hélder Soares 

Créditos / crédits / credits 

Capa da pagela / couverture de la brochure / brochure cover 

Estátua equestre de D. José I e Arco da Rua Augusta, Terreiro do Paço, Lisboa / Statue équestre du roi José Ier et arc de la Rua Augusta, Terreiro do Paço, Lisbonne / / Equestrian statue of King José I and Rua Augusta Arch, Terreiro do Paço, Lisbon. 

Foto / photo: Jim Monk / Alamy Stock Photo / Fotobanco.pt Sqala du Port, Essaouira: torre defensiva no porto de pesca de Essaouira / tour de defense du port de pêche d’Essaouira / defensive tower at the fishing port of Essaouira. Foto / photo: leonid Andronov / Alamy Stock Photo / / Fotobanco.pt 

Tradução / traduction / translation Kennis Translations 

Agradecimentos / Remerciements / Acknowledgements 

Agradecemos a excelente colaboração do Ministério dos Negócios Estrangeiros de Portugal e de Poste Maroc em todas as fases desta emissão de selos. / Nous tenons à remercier le ministère des Affaires étrangères du Portugal et la Poste Maroc pour leur excellente coopération dans toutes les phases de cette émission de timbres. / / We would like to thank the Ministry of Foreign Affairs of Portugal and Poste Maroc for their excellent cooperation in all phases of this stamp issue. 

Papel / papier/ paper 110g/m 2 

Formato / taille / size Selos / timbres / stamps: 40 x 30,6 mm 

Picotagem / perforation / perforation 12 ¼ x 12 

Impressão / impression / printing: offset 

Impressor / imprimeur / printer: Cartor 

Folhas / feuilles / sheets: Com 50 ex. / avec 50 ex / with 50 copies.





sexta-feira, 13 de setembro de 2024

Emissão Filatélica conjunta com Cabo Verde celebrando o centenário do nascimento de Amílcar Cabral.

 


O político, definido pelo próprio como um “simples africano”, ganhou reconhecimento e a projeção universal não só por ter concebido e dirigido a mais bem-sucedida luta de libertação nacional das antigas colónias portuguesas em África, que levou à fundação de dois Estados independentes, a Guiné-Bissau e Cabo Verde, como pelo valioso legado teórico em que assentou a condução dessa luta.

“Para homenagear esta ilustre figura cabo-verdiana e guineense, mas igualmente africana e universal, por ocasião da celebração do centenário do seu nascimento, numerosas iniciativas vêm sendo levadas a cabo, não só nos países cuja libertação concebeu e conduziu e nas respetivas diásporas espalhadas pelo mundo, mas igualmente em grande número de países, onde a influência do seu legado mantém-se atual e efetiva”, segundo a pagela desta emissão conjunta.

O lançamento desta emissão será celebrado com um evento na Fundação Portuguesa das Comunicações, que contará com a presença da administração dos CTT e da Senhora Ministra Plenipotenciária, Dra. Fernanda Fernandes. Em simultâneo decorrerá uma cerimónia em Cabo Verde.

A emissão filatélica é composta por dois selos com valor facial de 0,65€ e 1,30€, o sobescrito de primeiro dia e pela pagela.

As obliterações de primeiro dia podem ser feitas nas lojas CTT Restauradores, Chiado, Palácio dos Correios, Zarco e Antero Quental.

Título de emissão

Canto de folha com imagem de logotipo de impressor
Só foram impressos 1400 exemplares com código de barras (raramente vendido ao público)




Canto de folha com código de barras 5 606345 168259 e 5 606345 168266
Só foram impressos 1400 exemplares com código de barras (raramente vendido ao público)


Dados Técnicos / Technical Data Emissão / issue – 2024 / 09 / 12

Selos / stamps €0,65 – 70 000 €1,30 – 70 000

llustrações / Illustrations Luís Taklim

Tradução / translation Kennis Translations

Agradecimentos / acknowledgements Fundação Amílcar Cabral

Papel / paper 110g/m 2

Formato / size Selos / stamps: 30,6 x 40 mm

Picotagem / perforation 12 x 12 1 /4 e Cruz de Cristo / and Cross of Christ

Impressão / printing – offset Impressor / printer – bpost Philately & Stamps Printing

Folhas / sheets – Com 50 ex. / with 50 copies

 


sábado, 27 de julho de 2024

Selos de Portugal 130 Os Maias Eça de Queiroz Portugal 2018 Littérature écrivain scrittore writer Literatura

 


Mundifil 5021, 5022, 5024, 5025, 5026 e 5027
(série incompleta em falta o selo 5023)
 

Pays / PostePortugal
Date d'émission25 juillet 2018
Thème principalLittérature, Presse et Bande dessinée (Écrivains) 
Sujet130e anniversaire de la 1e édition de «Os Maias»
Largeur30.6 mm
Hauteur40.0 mm
Valeur0.53 €
Nombre de timbres dans la série7
Présentation / Mise en pagefeuille de 50
Perforations12 x 12.25
Autorité postale émettriceCTT Correios de Portugal SA
Printerbpost

domingo, 21 de julho de 2024

Selos de Portugal 2022 Emissão Conjunta Brasil 200 anos de Independência join issue Brazil years brazilian independence D. Pedro


 Emissão / issue - 2022 / 09 / 07

Selo / stamp: € 2,75 - 75 000
Design: Ely Borges, Isabel Flecha de Lima
Adaptação / adaptation: Unidesign / Hélder Soares
Créditos / credits
Em cima / above:
Sessão do Conselho de Ministros.
Óleo sobre tela, Georgina Moura Andrade de Albuquerque, 1922. Coleção/collection: Museu Histórico Nacional / Ibram/ MTur / n 03 / 2022 / MUSEm baixo / below:
Retrato do Imperador Dom Pedro I. Óleo sobre tela, Simplício Rodrigues de Sá, 1826. Coleção/collection: Museu Imperial / Ibram / MTur/ n 03 / 2022 / MUS.

Mais duplicados de coleção para troca ou venda no site Um Lugar para o Colecionismo


sábado, 13 de abril de 2024

Emissão filatélica conjunta Angola / Cabo Verde / Portugal - 25 Abril 50 anos (noticiário filatélico n.º 13/2024) Filatelia de Portugal

25 de Abril - 50 anos
Pagela / brochure

 



A Revolução de 25 de Abril de 1974 marca o início da vida democrática em Portugal. A insurreição levada a efeito por um conjunto de militares que pertenciam ao Movimento das Forças Armadas (MFA) acabou com o regime autoritário que nos governava desde 1926, mostrando que era possível acabar com a guerra colonial e abrir espaço para a democratização e o desenvolvimento do país.

A efeméride em causa foi tema dos selos postais emitidos em Portugal em várias ocasiões: 1974; 1975; 1984; 1994; 1999; 2004 e 2014.

No ano em que se comemoram os 50 anos da Revolução dos Cravos, os CTT Correios de Portugal decidiram continuar a evocar através de selos da República este momento fundamental do Portugal moderno. (texto retirado da pagela da emissão de selos 25 abril 50 anos)



Dados Técnicos / Technical Data

Emissão / issue

2024 / 03 / 28


Selos / stamps

€0,65– 70 000

€1,30 – 70 000


Design e ilustração / and illustration

Atelier Pendão & Prior


Créditos / credits

Capa da pagela e sobrescrito de 1.º dia / brochure cover and FDC

Ilustração / illustration Fernando Pendão


Tradução / translation

Kennis Translations


Papel / paper - 110g/m2

Formato / size

Selos / stamps: 40 x 30,6 mm

Picotagem / perforation

12¼ x 12 e Cruz de Cristo / and Cross of Christ

Impressão / printing - offset

Impressor / printer - Cartor


Folhas / sheets - Com 50 ex. / with 50 copies


Sobrescrito de 1.º dia / FDC

Lisboa; Porto; Funchal; Ponta Delgada; Coimbra; Filatelia - Lisboa





quarta-feira, 7 de setembro de 2022

Emissão Conjunta Portugal / Brasil 200 anos de independência

EDIÇÃO CONJUNTA BRASIL-PORTUGAL 200 ANOS DE INDEPENDÊNCIA BRASILEIRA


Em 7 de setembro de 1822, às margens do rio Ipiranga, próximo a São Paulo, ressoou o famoso grito: “Independência ou Morte”. Este foi o anúncio simbólico do passo decisivo na construção do Brasil como nação independente. Sob a égide da ainda reinante Casa de Bragança, Pedro, até então Príncipe Regente, assumiu a liderança política que lhe havia sido implicitamente conferida pela nação brasileira, que, em janeiro daquele ano, ouvira e ecoara sua não menos famosa grito de “eu vou ficar”. Ao declarar sua intenção de ficar, opondo-se assim ao apelo dos Tribunais Constituintes reunidos em Lisboa, Pedro adotou o Brasil como sua casa, pronto para sua ascensão natural à liderança de um novo império separado de sua pátria. Sua proclamação como imperador ocorreu logo depois, em 12 de outubro de 1822. Como figura tutelar, foi fundamental na manutenção da unidade política de um vasto território, bem como na formação das instituições sociais e políticas do Estado brasileiro em construção. Pedro I do Brasil regressou a Portugal em 1831 como Pedro IV para apoiar a causa liberal, que lhe era cara, numa altura em que a turbulência inerente ao regresso à monarquia absoluta era muito maior do que a ligeira perturbação sentida na política brasileira. vida em busca de seus horizontes.

Muitos se envolveram na construção dessa trajetória irreversível iniciada naquele vertiginoso ano de 1822. Entre os muitos protagonistas que, nas províncias brasileiras, manifestaram seu desgosto com a manutenção da administração e dos poderes coloniais, a liderança firme e calma do Destaca-se José Bonifácio de Andrade e Silva. Foi responsável por redigir documentos programáticos que foram decisivos para afirmar as potencialidades do país emergente, além de influenciar Pedro a aderir à causa brasileira.

Em Portugal, às vésperas de 7 de setembro, os Tribunais davam os retoques finais à Constituição, que ainda dedicava uma seção específica à organização do poder executivo do Brasil. Ao mesmo tempo, os Tribunais discutiam disposições relativas às relações comerciais entre Portugal e o Brasil como partes do mesmo império, com fortes opiniões expressas sobre as vantagens de (ou a ofensa causada) a retomada de privilégios que protegiam a exclusividade do antigo mercado colonial. No entanto, essa possibilidade não passava de uma miragem.

De fato, embora seja verdade que a independência política brasileira decorreu de desejos convergentes de emancipação e libertação do antigo poder dominante, não há dúvida de que a legitimação de um tão desejado processo de separação política foi em grande parte ditada pela crescente autonomia económica que o território brasileiro alcançou a partir de 1808, quando a corte do futuro João VI se instalou no Rio de Janeiro em decorrência das guerras napoleônicas. A abertura dos portos brasileiros à poderosa marinha mercante britânica representou o fim de uma era de exclusividade colonial que tornou o Brasil capaz de alcançar sua liberdade econômica, ainda que para isso tivesse que se posicionar sob a influência de outras forças estratégicas internacionais. interesses. Mas a sorte estava lançada. A união entre Portugal e Brasil foi enfraquecida em seu elo mais forte. O descontentamento no reino agitou sentimentos que vieram a encarnar o movimento liberal regenerador, consubstanciado na revolução de 1820. Bastou dois anos para que a inevitável independência do Brasil se confirmasse de uma vez por todas.

José Luis Cardoso

Instituto de Ciências Sociais, Universidade de Lisboa

 

Emissão / issue - 2022 / 09 / 07

Selo / stamp: 2,75 - 75 000

Design: Ely Borges, Isabel Flecha de Lima

Adaptação / adaptation: Unidesign / Hélder Soares

Créditos / credits

Em cima / above:

Sessão do Conselho de Ministros.

Óleo sobre tela, Georgina Moura Andrade de Albuquerque, 1922. Coleção/collection: Museu Histórico Nacional / Ibram/ MTur / n 03 / 2022 / MUS. Em baixo / below:

Retrato do Imperador Dom Pedro I. Óleo sobre tela, Simplício Rodrigues de Sá, 1826. Coleção/collection: Museu Imperial / Ibram / MTur/ n 03 / 2022 / MUS.

 

 

On 7 September 1822, on the banks of the river Ipiranga, near São Paulo, the famous cry rang out: “Independence or Death”. This was the symbolic announcement of the decisive step in the construction of Brazil as an independent nation. Under the aegis of the still reigning House of Bragança, Pedro, until then Prince Regent, assumed the political leadership that had been implicitly bestowed on him by the Brazilian nation, which, in January that year, had heard and echoed his no-less famous cry of “I will stay.” By declaring his intention to stay, thus opposing the appeal of the Constituent Courts gathered in Lisbon, Pedro adopted Brazil as his home, ready for his natural ascent to leadership of a new empire separated from its motherland. His proclamation as emperor took place soon after, on 12 October 1822. As a tutelary figure, he was fundamental in maintaining the political unity of a vast territory, as well as in shaping the social and political institutions of the Brazilian state under construction. Pedro I of Brazil returned to Portugal in 1831 as Pedro IV to support the liberal cause, which was close to his heart, at a time when the turmoil inherent in the return to an absolute monarchy was far greater than the slight disturbance felt in Brazilian political life as it searched for its horizons.

Many were involved in the construction of this irreversible trajectory set in motion in that giddying year of 1822. Among the many protagonists who, in the Brazilian provinces, had expressed their disgust at the maintenance of colonial administration and powers, the firm and calm leadership of José Bonifácio de Andrade e Silva is worth highlighting. He was responsible for writing programmatic documents that were decisive in affirming the potentials of the emerging country, as well as being influential in persuading Pedro to join the Brazilian cause.

In Portugal, on the eve of 7 September, the Courts were giving the finishing touches to the constitution, which still devoted a specific section to the organisation of the executive power of Brazil. At the same time, the Courts discussed provisions relating to trade relationships between Portugal and Brazil as parts of the same empire, with strong opinions expressed on the advantages of (or the offence caused by) resuming privileges protecting the exclusivity of the former colonial market. However, this possibility was no more than a mirage.

Indeed, while it is true that Brazilian political independence stemmed from converging desires for emancipation and freedom from the former dominant power, there is no doubt that the legitimisation of a much-wanted process of political separation was in large part dictated by the growing economic autonomy that the Brazilian territory achieved from 1808, when the court of the future João VI settled in Rio de Janeiro as a result of the Napoleonic wars. The opening up of Brazilian ports to the powerful British merchant navy represented the end of an era of colonial exclusivity that made Brazil able to achieve its economic freedom, even if in order to do so it had to position itself under the influence of other international strategic interests. But the die had been cast. The union between Portugal and Brazil was weakened at its strongest link. Discontent in the kingdom stirred sentiments that came to embody the regenerative liberal movement, consubstantiated in the revolution of 1820. Two years were all it took for Brazil’s inevitable independence to be confirmed once and for all.

José Luís Cardoso

Instituto de Ciências Sociais, University of Lisbon

 

 

Retirado de: https://www.ctt.pt/contentAsset/raw-data/b4847281-53ba-4d7a-a5b0-54560e7ad149/ficheiro/1007547c-9ffd-44cf-ab5b-63f01796fcce/export/PAGELA%20Brasil%20Portugal_TXT.pdf