Mostrar mensagens com a etiqueta Expositor Publicitário. Mostrar todas as mensagens
Mostrar mensagens com a etiqueta Expositor Publicitário. Mostrar todas as mensagens

quarta-feira, 8 de abril de 2020

Expositor Publicitário 1.º dia de Emissão Filatélica Centenário da Direção-Geral dos Serviços Pecuários


Os CTT apresentaram no dia 27 de setembro de 2019, uma emissão filatélica que celebra o Centenário da Direção-Geral dos Serviços Pecuários, um organismo instituído pelo Decreto nº5787-P de 10 de maio de 1919.
Esta Direção-Geral permaneceu sediada, durante 77 anos, no Palacete Iglésias situado no Largo Nacional das Belas Artes, no Chiado, tendo adquirido um estatuto importante no desenvolvimento e evolução de diversos setores da agropecuária.
Decorridos 100 anos, a Direção-Geral de Alimentação e Veterinária prossegue, entre outras atribuições, com as competências técnicas dessa primeira organização. Estas competências foram-se consolidando ao longo do tempo, sendo atualmente consideradas um bem público, na medida em que são decisivas para promover o bem--estar e a saúde das populações.
Em memória deste importante legado, foram selecionados para esta emissão filatélica, alguns aspetos ilustrativos dos controlos oficiais efetuados atualmente pelos serviços veterinários sob o lema do princípio de salvaguarda da segurança dos alimentos “do prado ao prato”. Na coleção de selos estão assim contemplados alguns dos controlos sanitários efetuados aos rebanhos, tendo por base as marcas auriculares que identificam os animais, os controlos realizados durante a recolha de leite, através da aplicação de testes rápidos para deteção de mamites, bem como, a atribuição da marca de salubridade, garantia de que os alimentos de origem animal são produzidos em estabelecimentos aprovados e sujeitos a controlos oficiais.
Esta emissão é composta por três selos e um bloco filatélico com um selo. Os selos têm valores faciais de 0,53€, 0,65€ e 0,86€ e uma tiragem de 100 000 exemplares cada e o bloco tem o valor de 1,50€ e uma tiragem de 35 000 exemplares. O design esteve a cargo de Ana Salomé Lourenço da DGAV e os selos têm uma dimensão de 30,6mmX40mm. 
As obliterações de primeiro dia serão feitas nas lojas dos Restauradores em Lisboa, Munícipio II no Porto, Zarco no Funchal e Antero de Quental em Ponta Delgada.

Despacho nº 08692019CE - Emissão - Centenário Direção Geral dos Serviços Pecuniários



segunda-feira, 6 de abril de 2020

Expositor Publicitário 1.º dia de Emissão Filatélica Bíblia de Almeida - edição integral


Os CTT apresentam no dia 31 de outubro de 2019, uma emissão filatélica dedicada aos 200 anos da primeira edição integral da “Bíblia de Almeida”, saída do prelo em 1819, da oficina de R. e A. Taylor, em Londres, traduzida por João Ferreira Annes d’Almeida, um português.
Foi a primeira vez que esta Bíblia, com uma tiragem de 5000 exemplares, era publicada num único volume, uma edição simples com uma encadernação em capadura para aguentar as quase 1200 páginas.
Os dois selos têm como fundo o Mapa mundo, do Album Art History / Quintlox / Fotobanco.pt. Como imagem a sobrepor-se, um dos selos mostra-nos a Bíblia, edição de 1819, de João Ferreira de Almeida, e outro selo a assinatura de João Ferreira de Almeida.
Segundo Timóteo A. J. Cavaco, autor da pagela desta emissão, “«A Bíblia de Almeida» de 1819, produzida a expensas da Sociedade Bíblica Britânica e Estrangeira, fundada na Inglaterra em 1804 e com ação em Portugal desde 1809, representa um marco de assinalável interesse na história das edições bíblicas em língua portuguesa. […] Porém, a novidade da obra de Almeida só se conseguiria compreender inteiramente se recuássemos ainda outros dois séculos para, nesse longínquo século XVII, nesses distantes territórios da Índias Orientais, encontrarmos um adolescente de 14 anos de idade fascinado com essa Palavra milenar do Deus que ainda não falava a nossa língua.”
A emissão é composta por dois selos com o valor facial de 0,53€ e 1,00€ e uma tiragem de 100 000 exemplares. O design esteve a cargo da Elizabete Fonseca, do Atelier Design&etc.
As obliterações de primeiro dia serão feitas nas lojas dos Restauradores em Lisboa, Munícipio II no Porto, Zarco no Funchal e Antero de Quental em Ponta Delgada.

segunda-feira, 30 de março de 2020

Expositor Publicitário 1.º dia de Emissão Filatélica Doces Tradicionais de Portugal - 3.º Grupo


Os CTT apresentaram no próximo dia 01 de outubro de 2019, uma nova emissão filatélica, a emissão-base Doces Tradicionais de Portugal. Desta emissão fazem parte as Cavacas de Resende, Queijadas de Sintra, as Cavacas das Caldas da Rainha, as Fatias do Freixo e os Morgados do Algarve. A emissão-base é aquela que em cada ano tem a maior tiragem, sendo por isso aquela que é mais comum de encontrar em todas as cartas que contenham um selo nacional.
Esta emissão presta homenagem a quatro tradicionais doces portuguesas, cada um, único na sua forma, sabor e confeção. O selo destinado ao envio nacional celebra a longa história das Queijadas de Sintra, um doce onde se sente a intemporalidade da receita num contínuo mudar de mãos. Estas queijadas beneficiaram muito a prática do turimso na vila romântica sintrense mas foi o seu sabor que as tornou distintas.
O selo para correio azul tem como protagonista as Cavacas das Caldas da Rainha, um doce em forma de concha que apresenta uma textura seca pela necessidade de conservação evitando assim a sua alteração ou aparecimento de bolores. As Cavacas são um doce versátil, pobre nos ingredientes e simples na arte culinária. Tendo em conta a importância do turismo associado ao termalismo e a grande presença de uma elite social e monárquica na vila das Caldas, sobretudo, no decorrer do século XIX, surgem muitas cavacarias onde se faziam e vendiam as Cavacas que, dadas as suas caraterísticas de conservação, se apresentavam como doces extraordinários a servirem de oferta de recordação de uma passagem pela cidade.
As Fatias do Freixo, representadas nos selos para envio na Europa, têm como protagonista as gemas, tal como em muitos doces tradicionais portugueses. Estas fatias são herdeiras de uma tradição do Norte de Portugal, o pão de ló. Se por outras paragens outros doces predominam nas mesas de festa, pelo Norte e, sobretudo, pelo Minho, é o Pão-de-Ló o protagonista. Por isso, existem tantas derivações de uma mesma receita. As Fatias do Freixo são um exemplar dessa mesma tradição que escorregou até Terras do Tâmega e representam um grande orgulho para as pessoas de Marco de Canavezes.
As cavacas de Resende são consideradas um dos marcos da vila homónima e um dos doces regionais mais apreciados em Portugal.
Por fim, os Morgados do Algarve, nos selos para o resto do mundo, são um expoente do cruzamento de duas tradições doceiras. Por um lado, a tradição de trabalahr o açúcar em complemento com a amêndoa, uma prática trazida pelos árabes para as terras do Al-Garb e aí desenvolvida e enraizada pela demorada presença daquele povo no Sul da Península Ibérica. Por outro lado, a complementar este conhecimento e prática, o Morgado exibe, pelo recheio, uma nobre tradição doceira desenvolvida nas cozinhas dos conventos. É, por isso, herdeiro de duas tradições de excelência que conjugadas deram origem a um doce reconhecido pela sua massa e recheio.
As obliterações de primeiro dia serão feitas nas lojas dos Restauradores em Lisboa, Munícipio II, no Porto, Zarco, no Funchal e Antero de Quental, em Ponta Delgada. O design dos selos esteve a cargo de Atelier Design & etc
https://www.ctt.pt/contentAsset/raw-data/babfa26a-0414-417a-b395-19923ee74b50/ficheiroPdf/DE08702019CE.pdf?byInode=true

terça-feira, 24 de março de 2020

Expositor Publicitário 1.º dia de Emissão Filatélica Natal


Os CTT apresentaram no dia 22 de outubro de 2019, uma emissão filatélica de três selos e um bloco com um selo sobre os Reis Magos, com uma particularidade única no mundo: o selo do bloco filatélico, tem luz led, na estrela-guia, onde está inserido um díodo emissor de luz, que é ativado através de um telemóvel com tecnologia NFC.
“Os CTT têm a fama e o proveito de todos os anos encontrar novidades absolutas no capítulo da impressão de selos de correio. Este ano a novidade será a apresentação de um selo com uma lâmpada LED incluída, o que acontece pela primeira vez no mundo em filatelia” diz Raúl Moreira, diretor de Filatelia dos CTT.
Os selos desta emissão correspondem a cada um dos conhecidos Reis Magos. Paulo Mendes Pinto, afirma que “os nomes foram consignados por Beda, o Venerável (673-735), que deve ter sistematizado várias tradições, afirmando que Belchior era velho de 70 anos, de cabelos e barbas brancas, oriundo de Ur, tal como Abraão; que Gaspar era um jovem, robusto, que partira de uma distante região montanhosa junto ao Mar Cáspio: e que Baltazar era oriundo do Golfo Pérsico, tinha barba cerrada e teria 40 anos.”
Ouro como símbolo da realeza, incenso como símbolo da divindade e mirra como símbolo da paixão, foram as ofertas dos Reis Magos ao Messias, cujo nascimento foi indicado por uma estrela, símbolo dessa realeza. “O centro simbólico é, com toda a naturalidade, a Luz. É a estrela que guia estes Magos; é a estrela que vai marcar o local onde nasceu Aquele que trará a Luz ao mundo. Vindos de longe prestar homenagem ao novo Rei, os Magos vêm receber a Luz”, conforme diz Paulo Mendes Pinto na pagela desta emissão.
Esta emissão é composta por três selos com o valor facial de 0,53€, 0,86€ e 0,91€ e uma tiragem de 100.000 exemplares cada, bem como um bloco com um selo no valor de 3,50€ e uma tiragem de 50.000 exemplares. O design dos selos esteve a cargo de Jorge Macedo, da Infolio Design.
As obliterações de primeiro dia foram feitas nas lojas dos Restauradores em Lisboa, Município II no Porto, Zarco no Funchal e Antero de Quental em Ponta Delgada.

sábado, 29 de fevereiro de 2020

Expositor Publicitário 1.º dia de Emissão Filatélica Harry Potter


Os CTT - Correios de Portugal, em parceria com a Warner Bros. Consumer Products, lançaram no dia 27 de agosto de 2019, uma emissão dedicada ao universo Harry Potter, o feiticeiro mais famoso do Planeta e que foi criado pela escritora J.K. Rowling na década de 90 do século passado.
Pessoas de todas as idades têm sido cativadas pelo universo mágico em que Harry, os seus amigos e inimigos habitam. E essa capacidade de chegar a públicos tão distintos é uma das razões pela qual a saga Harry Potter é um verdadeiro caso de sucesso: os sete livros publicados inspiraram oito filmes campeões de bilheteira, uma peça de teatro premiada e, mais recentemente, o início da série de cinco filmes Monstros Fantásticos.
É este universo fantástico de Harry Potter que os CTT - Correios de Portugal, em parceria com a Warner Bros. Consumer Products, pretendem comemorar através desta emissão filatélica. Todos precisamos de magia nas nossas vidas.
A emissão é composta por quatro selos com as imagens de Harry Potter (0,70€), Hermione Granger (0,75€), Ron Weasley (0,86€) e Lord Voldemort (0,91€), cada um com 130 mil exemplares. Da emissão consta ainda um bloco filatélico (50 mil exemplares, 2€) com outros quatro selos: Albus Dumbledore, Minerva McGonagall, Severus Snape e Rubeus Hagrid. A folha de 1.º dia da Emissão, numerada e limitada a 4000 exemplares, contém os quatro selos e o bloco da emissão.
Os selos têm um formato de 30,6 X 40 mm e o design esteve a cargo de Carla Caraça Ramos.
As obliterações de primeiro dia serão feitas nas lojas CTT dos Restauradores em Lisboa, Munícipio no Porto, Zarco no Funchal e Antero de Quental em Ponta Delgada.
No mesmo dia os CTT lançam ainda uma coleção meuselo Harry Potter com quatro selos, cada um com a imagem de uma Casa de Hogwarts – Gryffindor, Slytherin, Hufflepuff e Ravenclaw. A mesma estará à venda por 2,04€.

Despacho nº 08012019CE - Emissão - Harry Potter



Expositor Publicitário dos CTT 1.º dia de Emissão Filatélica Crónica de Portugal de 1419


Os CTT apresentaram, no dia 28 de outubro, uma emissão filatélica que celebra os 600 anos da crónica de 1419, com dois selos representativos do manuscrito 886, da Biblioteca Pública Municipal do Porto.
A primeira vez que se escreveu uma crónica especificamente dedicada a Portugal foi precisamente no dia 1 de julho de 1419. Nos finais do século XIV, a oposição de alguns setores do reino a uma possível união com Castela originou um processo político de tipo revolucionário levando D. João ao trono, inaugurando-se desta forma a dinastia de Avis que reinou durante os séculos XV e XVI, considerada uma das épocas mais notáveis da história portuguesa.
Após esse período de revolução, os vencedores decidiram, como era habitual, reescrever a história. Foi D. Duarte que encomendou a Crónica de 1419, da autoria de Fernão Lopes. “A matéria da Crónica de 1419 abrange um lapso temporal de pouco mais de 250 anos, desde a época do Conde D. Henrique (final do século XI) até ao reinado de D. Afonso IV (r. 1325-1357). Mais do que uma crónica dos feitos dos reis de Portugal, trata-se de uma crónica de feitos notáveis acontecidos em Portugal, fossem ou não da responsabilidade direta dos monarcas. Como era então habitual, o cronista socorreu-se de numerosas fontes narrativas: crónicas, relatos avulsos, poemas celebrativos de determinados eventos”, conforme nos afirma Filipe Alves Moreira, Investigador Doutorado pela Universidade do Porto.
Não se fizeram cópias luxuosas desta crónica, embora tenha sido copiada algumas vezes ao longo do tempo e tenha servido de fonte principal de várias crónicas posteriores. Para Filipe Alves Moreira, “sem esta crónica, outra teria sido a nossa mitologia enquanto povo”.
Esta emissão é composta por dois selos com o valor facial de 0,53€ e 0,91€ e uma tiragem de 100 000 exemplares cada. O design dos selos esteve a cargo de Eduardo Aires e os selos têm um formato 80X30,6mm.
As obliterações de primeiro dia serão feitas nas lojas dos Restauradores em Lisboa, Munícipio II no Porto, Zarco no Funchal e Antero de Quental em Ponta Delgada.

sábado, 15 de fevereiro de 2020

Expositor Publicitário 1.º Dia da emissão Filatélica Ano Internacional da Tabela Periódica


uma emissão filatélica sobre o Ano Internacional da Tabela Periódica, uma celebração decretada pelas Nações Unidas há 150 anos. É uma oportunidade para mostrar a centralidade da química e o seu papel na resolução dos grandes problemas da humanidade, para promover a consciencialização da sociedade para o papel da química enquanto ciência promotora do desenvolvimento e bem-estar.
Apesar da antiguidade do conceito de átomo e do carácter central da química no conjunto das ciências puras o seu desenvolvimento é muito recente (últimos 250 anos) e, enquanto ciência moderna, podemos associar-lhe o nascimento à publicação do tratado Lavoisier em 1785.
A noção de substância elementar vai marcar uma nova era, quantitativa, para a química. Também em Portugal o desenvolvimento da química surge com a reforma pombalina do sistema universitário, onde se incluiu o ensino da química, e que levou à criação do Laboratório Chymico (inaugurado em 1775/76) na Universidade de Coimbra.
A associação do conceito de substância elementar de Lavoisier ao atomismo de Demócrito foi efetuada por Dalton no seu livro «New System of Chemical Philosophy» (1808). No entanto, no atomismo de Demócrito, os «átomos» diferiam apenas em forma e tamanho e foi apenas com Dalton que se atribuiu a cada substância elementar um tipo de átomo diferente.
À medida que novos átomos iam sendo descobertos e se acumulava informação sobre as suas propriedades começaram a identificar-se «famílias» de átomos com comportamentos químicos semelhantes. No entanto o pai da tabela periódica, no sentido da classificação sistemática de todos os elementos conhecidos (63 à data de 1869), foi o russo Dmitri Ivanovich Mendeleev publicada no jornal da Sociedade Russa de Química e cujo resumo foi republicado em alemão na Zeitschrift für Chemie (12, 405-406 1869). A classificação de Mendeleev era extraordinária, não só pela sua natureza sistematizante, mas também pelo carácter preditivo: com base nos vazios da sua classificação periódica (baseada na massa atómica) previu a existência de dez novos elementos dos quais sete viriam a ser descobertos. Para melhor situarmos o caráter visionário de Mendeleev temos de nos recordar que em 1869 não se conhecia o eletrão (Thomson 1897), o protão (Moseley 1913) ou o neutrão (Chadwick 1932).
Em 2019 passam 150 anos desta extraordinária criação do génio humano e a Assembleia Geral das Nações Unidas proclamou o ano de 2019 como Ano Internacional da Tabela Periódica. A Tabela Periódica, enquanto ícone da química, representa o carácter central desta ciência nas suas interfaces com as restantes áreas do conhecimento científico e das tecnologias.
Esta emissão filatélica é composta por dois selos e um bloco com um selo: um selo para envio nacional até 20g e um selo para envio internacional até 20g, ambos com uma tiragem de 100 000 exemplares cada. O bloco tem o valor de 2,00€ e uma tiragem de 35 000 exemplares.
O design esteve a cargo de Elizabete Fonseca do Atelier Design&etc e os selos têm um formato de 30,6mm X 40 mm. As obliterações de primeiro dia serão feitas nas lojas dos Restauradores em Lisboa, Munícipio II no Porto, Zarco no Funchal e Antero de Quental em Ponta Delgada.