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segunda-feira, 30 de junho de 2025

Sobrescrito circulado com selos Madeira e Açores Regiões de Turismo

 

Sobrescrito circulado de Agualva - Cacém para Estoi com selos do bloco Açores Região de Turismo e selos do bloco Madeira Região de Turismo colocados em circulação em 2005.

Os selos estavam fora de circulação à data do envio.

sexta-feira, 13 de junho de 2025

Camélias do parque Terra Nostra nos Açores são tema de emissão filatélica dos CTT

Camélias do parque Terra Nostra nos Açores

Os CTT – Correios de Portugal lançam a partir desta sexta-feira, dia 04 de abril, uma coleção de selos dedicada às Camélias do Parque Terra Nostra, nos Açores. Esta emissão filatélica celebra as camélias como um elo entre o legado do passado e um futuro de inovação e dedicação à jardinagem. Representa o interesse na aclimatação de espécies raras e a promoção da biodiversidade. Para além da sua beleza ornamental, as camélias são fonte de alimento para polinizadores, contribuindo para o equilíbrio dos ecossistemas e reforçando a harmonia entre o homem e a natureza.

De acordo com a pagela desta emissão, o percurso histórico das camélias é impressionante, desde o seu cultivo original na Ásia até à sua introdução na Europa no século XVIII, onde rapidamente se tornaram plantas de prestígio. Portugal tem uma ligação especial às camélias, sendo um dos primeiros países europeus a recebê-las, devido às relações comerciais com o Oriente, e também um dos seus maiores promotores no espaço europeu.

Nos Açores, as primeiras cameleiras ornamentais terão chegado na primeira metade do século XIX, trazendo consigo um encanto que ainda hoje floresce no arquipélago. Este património natural, presente em parques, quintas e pequenos jardins públicos e privados, não é apenas um símbolo de beleza, mas também um testemunho vivo da história e das emoções dos açorianos. Para muitos, as camélias evocam memórias de infância, de reuniões familiares, de lares e espaços comuns, onde eram elemento decorativo obrigatório, eternizando afetos e nostalgia numa beleza que transcende gerações.

Uma parte significativa deste património botânico encontra-se preservada no Parque Terra Nostra, com origem no século XVIII, onde ainda é possível admirar cameleiras centenárias, cujos troncos lisos e imponentes as tornam únicas. Estes exemplares representam um património genético de inestimável valor, uma herança viva que nos conta histórias do passado e nos desafia a preservar este legado para as gerações vindouras.

A emissão é composta por três selos e por um bloco filatélico e as obliterações de primeiro dia podem ser feitas nas Lojas CTT dos Restauradores e Chiado, em Lisboa, Palácio dos Correios, no Porto, Zarco, no Funchal, Antero de Quental, em Ponta Delgada, e na Povoação.

FDC Lisboa

Canto de folha com código de barras




Sobrescrito C6


Envelope C5


terça-feira, 27 de maio de 2025

Descobertas Arqueológicas em Selos: Uma Viagem pelo Património Português

2025 Europa Descobertas Arqueológicas

A Filatelia dos CTT tem sido uma ponte entre a cultura portuguesa e o mundo, promovendo o nosso património através de selos e edições especiais. Em 2025, a série Europa, sob a égide da PostEurop, presta homenagem ao Museu Nacional de Arqueologia com o tema “Descobertas Arqueológicas”.



Esta coleção reúne quatro selos que representam diferentes períodos da nossa história: dois da Pré-História, um do Período Romano e outro da Idade Média. Cada peça foi escolhida com base em critérios científicos rigorosos, refletindo a diversidade cronológica e geográfica do espólio do museu.

Mais do que uma emissão filatélica, esta série é um convite à descoberta e valorização do nosso legado arqueológico — uma verdadeira celebração da história portuguesa em miniatura.




FDC com carimbo de Lisboa

Postal Máximo com carimbo (postal dos CTT - Emissão Especial)




FDC Lisboa

Envelope C6

Envelope C5





quarta-feira, 5 de fevereiro de 2025

Postal Máximo 210 anos Império Espirito Santo de S. Carlos

 


Postal:

Emissão especial dos CTT

BPA 206

Festas do divino Espírito Santo Açores

Pomba, símbolo central na bandeira do Divino Espirito Santo

Foto de António Araújo 

terça-feira, 31 de dezembro de 2024

Filatelia 2024 Emissão Filatélica "Açores em Festa" - Cavalhadas de São Pedro

 


Cavalhadas de São Pedro

Ribeira Grande, ilha de São Miguel 
A tradição das Cavalhadas de São Pedro remonta a 1563, após a erupção do vulcão do Pico do Sapateiro (atualmente Pico Queimado), que soterrou a freguesia de Ribeira Seca, tragédia registada pelo historiador Gaspar Frutuoso. De forma inexplicável, a igreja de São Pedro e a imagem do Santo permaneceram intactas durante esse evento catastrófico. Como forma de agradecimento ao seu santo padroeiro, os ribeira-grandenses organizaram uma procissão de cavaleiros, acompanhados por mordomos do Divino Espírito Santo. As Cavalhadas de São Pedro constituem um dos pontos altos das festas da Ribeira Grande e o cortejo a cavalo, que parece inspirado nos torneios medievais, reúne cavaleiros, lanceiros, corneteiros e o rei que, trajados a rigor, fazem um percurso que, ao som de cornetas, se dirige para o centro da cidade, até à igreja de São Pedro. (texto retirado da pagela)

Filatelia 2024 Emissão Filatélica "Açores em Festa" - Sanjoaninas

 

Sanjoaninas

Angra do Heroísmo, ilha Terceira

 As festas em honra de São João remontam ao século XVI e terão tido a proteção do rei D. João II, quando este ordenou a devoção ao Santo, ditando que se realizassem festas populares em comemoração da vitória alcançada pelos cavaleiros da Ordem Militar dos Hospitalários de São João de Jerusalém sobre os turcos, em 1508. As Sanjoaninas constituem uma das maiores manifestações de cariz profano e religioso do nosso país. O seu cartaz, sempre com uma temática de fundo este ano, evocam-se os 50 anos do 25 de Abril de 1974 – alia a riqueza do folclore tradicional, como as marchas de São João, o desfile do séquito real, a sonoridade das suas bandas filarmónicas, a coroação do Espírito Santo, a variedade da gastronomia e, claro, as tradicionais touradas de praça. Realizam-se em junho e são um cartão de visita para os muitos turistas que procuram a ilha Terceira, para viver e partilhar os costumes e as tradições locais.

Filatelia 2024 Emissão Filatélica "Açores em Festa" - Maré de Agosto



Maré de Agosto Praia Formosa, Vila do Porto, Ilha de Santa Maria O festival teve a sua origem em 1984, quando um grupo de artistas açorianos resolveu promover um encontro de músicos na ilha de Santa Maria. Desde a ideia até à concretização foi um pequeno passo e a iniciativa agradou de tal forma que a decisão de continuar com o evento mereceu desde logo o consenso de todos os intervenientes. As primeiras edições realizaram-se em vários palcos espalhados pela ilha, mas com o sucesso do festival, em 1986, ano em que o Maré de Agosto também começou a receber artistas de outras paragens, estipulou-se um local definitivo. O festival passou então a realizar-se na baía da Praia Formosa, a escassos metros do mar, cenário considerado mágico, por muitos os que ali acorrem. (texto retirado da pagela da emissão)

domingo, 17 de novembro de 2024

Filatelia Açores: Velas - Festas de São Jorge (noticiário filatélico n.º 21/2024)

Filatelia Açores: Velas - Festas de São Jorge (noticiário filatélico...:  


Tal como em outras ilhas dos Açores, as principais celebrações em São Jorge são dedicadas ao Espírito Santo, convergindo em torno dos Impérios e são têm um lugar todos os domingos durante sete semanas antes da Páscoa, terminando no sétimo domingo, Pentecostes.

segunda-feira, 15 de julho de 2024

Sobrescrito circulado com selos autoadesivos da emissão Açores 2.º grupo (instrumentos musicais maracujá Peter's Café conservação de cetácios)

Mundifil n.º 5236; 5238; 5239; 5240 

The fourth stamp of this issue, on the Fruits of Portugal, represents a fruit originally from South America, which possibly arrived in the Azores at the time of the Discoveries, brought by a ship loaded with other exotic species. It is the Passion Fruit, a fruit with Protected Designation of Origin
This philatelic issue consists of five stamps for shipping in Europe up to 20g, with a circulation of 66,000 each. The design of the stamps was in charge of Hélder Soares from Atelier Design & etc. 
The first day's obliterations will be made at Restauradores stores in Lisbon, Municipality II in Porto, Zarco in Funchal and Antero de Quental in Ponta Delgada.

 

Country / PostAzores
Date of Issue21 May 2020
Primary themeFauna (Cetaceans)
Environment & Conservation
SubjectAzores Certified by Nature - Whale Watching
Width40.0 mm
Height30.6 mm
DenominationE
Number in set5
Layout/Formatsheet of 6
Perforations 
Stamp issuing authorityCTT Correios de Portugal SA
PrinterCartor Security Printers

quinta-feira, 30 de julho de 2020

Selos de Portugal 2020 Festas do Divino Espírito Santo Açores Azores Festivities of Divino Corvo Island


Os CTT apresentam esta quinta-feira, dia 30 de julho, uma emissão filatélica dedicada às Festas do Divino Espírito Santo, nos Açores.
A cerimónia de lançamento da Emissão Filatélica dedicada às Festas do Divino Espírito Santo, terá lugar na próxima quinta-feira, dia 30 de julho, no Império do Terreiro, em Porto Judeu, no Concelho de Angra do Heroísmo, pelas 19h00, e contará com a presença de do Presidente da Junta de Porto Judeu, o Presidente da Câmara de Angra do Heroísmo e o Presidente do Núcleo Filatélico de Angra do Heroísmo.
O selo para envio nacional mostra-nos o “Teatro” do Espírito Santo do Império ou Irmandade do Terreiro em Porto Judeu, na ilha Terceira, uma fotografia de António Araújo; a distribuição do bodo, na ilha do Faial, uma fotografia de Maurício Abreu; e Coroa do Divino Espírito Santo, uma fotografia de Gaspar Avila
O selo para envio para a europa mostra os Foliões e Cavaleiros da Beira, Velas, da ilha de São Jorge, uma fotografia de Jorge Blayer Góis; o “Balho” dos pescadores em Rabo de Peixe, na ilha de São Miguel, uma fotografia de autor desconhecido; e uma pomba, símbolo central na Bandeira do Divino Espírito Santo, uma fotografia de António Araújo.
O selo para envio para o resto do mundo mostra a Bênção do bodo e saída da coroa, Bandeiras, da ilha do Pico, uma fotografia de Maurício Abreu; a confeção das sopas na Copeira de N. Sra. dos Milagres, Império do Espírito Santo dos Milagres, na Vila do Porto, ilha de Santa Maria, uma fotografia de Ana Pina; e um pormenor da rosquilha de massa sovada enfeitada com flor, Vila Nova, da ilha Terceira, uma fotografia de António Araújo.
O selo do bloco filatélico tem uma imagem da Casa do Espírito Santo, da ilha do Corvo, uma fotografia de Jorge Barros; o grupo de foliões da freguesia da Caveira nas orações à Santíssima Trindade, Casa do Espírito Santo da Caveira, na ilha das Flores, uma fotografia de Pepe Brix; e decorações em carro de bois, na ilha de São Jorge, uma fotografia de Karol Kozlowski. O fundo do bloco mostra um carro de bois, tradição do Espírito Santo na freguesia de Rosais, na ilha de São Jorge, uma fotografia de Jorge Blayer Góis.
Segundo Francisco Maduro-Dias, historiador e museológico, “Paráclito deriva do grego parákletos, que quer dizer aquele que ajuda, conforta, anima, protege, intercede. É o título dado, habitualmente, à Terceira Pessoa da Santíssima Trindade Cristã: o Senhor Espírito Santo, como lhe costumamos chamar, nos Açores. Os açorianos recorrem a Ele, sobretudo, em busca de ajuda e ânimo. Porque alguma doença visitou o lar, a vida não corre bem, em tempo de terramotos ou guerra, quando,
perante adversidades em demasia, as forças tendem a faltar. Não é entregar-se, é pedir ajuda! O que é bem diferente e faz todo o sentido a quem mora no meio do oceano, às vezes tempestuoso e agreste. É impossível resumir tudo o que estas festas envolvem, mas, tentando, poder-se-á dizer que são momentos de encontro, de partilha, de irmandade, de alegria e de paz, celebrando-se, todos os anos, entre o Domingo de Páscoa e o Domingo da Trindade, sete semanas depois. […] Trata-se de uma festa fortemente comunitária e de cariz solidário profundo. Como já acontecia na Idade Média, o que se pretende, nestas semanas, é recordar que todos são dignos de Misericórdia, todos são pobres e merecedores de esmola, todos merecem, ao menos uma vez por ano, ter mesa farta e alegre. Tudo isso sem esquecer, nunca, que o Paráclito é Aquele que conforta, protege e anima.”
Esta emissão filatélica é composta por três selos com uma tiragem de 100 000 exemplares cada para envio nacional até 20g, envio para europa até 20g e envio para o resto do mundo até 20g. É também composta por um bloco filatélico com um selo, no valor de 2,50€ e limitado a 35 000 exemplares. O design dos selos esteve a cargo de Hélder Soares do Atelier Design&etc.
As obliterações de primeiro dia serão feitas nas lojas dos Restauradores em Lisboa, Munícipio II no Porto, Zarco no Funchal, Antero de Quental em Ponta Delgada e Loja CTT em Angra do Heroísmo.

quinta-feira, 21 de maio de 2020

Emissão de selos autoadesivos das emissões temáticas dos Açores


Os CTT apresentaram esta quinta-feira uma emissão de selos autoadesivos das emissões temáticas dos Açores, lançadas entre 2014 e 2018: Instrumentos Musicais Nacionais (2014),  Artesanato dos Açores (2015), Turismo dos Açores (2016), Frutas de Portugal - 2.º grupo (2017) e Peter Café Sport-(2018).
Nesta emissão filatélica, o instrumento musical nacional representado é a Viola da Terra. Os primeiros povoadores do arquipélago dos Açores vieram do continente e trouxeram a viola, que ao longo dos anos passou por um processo de modificação, culminando com a alteração da sua denominação para Viola da Terra ou Viola dos Dois Corações. A Viola da Terra assumiu ao longo do tempo, grande importância social e cultural, estando presente na maioria das manifestações populares.


O selo do artesanato dos Açores representando nesta emissão é um painel em faiança da Ilha de São Miguel.  O barro extraído da ilha de Santa Maria, por vezes misturado com o Terceirense, permite aos oleiros produzirem puras e sublimes peças, utilitárias e decorativas, que enriquecem o património da cerâmica portuguesa. A produção de cerâmica contribuiu claramente para a afirmação da identidade artística açoriana.


O arquipélago dos Açores oferece condições únicas para o desenvolvimento do turismo sustentável de natureza, pois é graças ao seu maravilhoso património natural que é possível disfrutar de várias experiências únicas. Sendo este local um dos mais privilegiados do mundo, a observação de cetáceos, em selo nesta emissão, é uma das atividades de excelência que se pode realizar.


O quarto selo desta emissão, sobre as Frutas de Portugal, representa um fruto originário da América do Sul, que chegou possivelmente aos Açores na época dos Descobrimentos, trazido por uma nau carregada de outras espécies exóticas. É o Maracujá, um fruto com Denominação de Origem Protegida
(DOP) que existe em todas as ilhas do arquipélago, seja cultivado ou ocorrendo de forma espontânea, onde se desenvolve e frutifica não requerendo cuidados especiais. O maracujá dos Açores é mais um produto de marca portuguesa com garantia de qualidade.


Por fim, o último selo da emissão sobre o Peter Café Sport. Em 1943, José Azevedo (1925-2005), filho do dono do Café Sport, Henrique de Azevedo, foi batizado com a alcunha de Peter pelo comandante do HMS Lusitania II, da Royal Navy. Esta foi a forma do britânico lembrar o filho que estava longe. Em 1918, Henrique de Azevedo fundou o Café Sport no edifício onde ainda hoje funciona. Desde o início do século XX, que é para a morada deste café que se envia muita da correspondência destinada aos navegantes, conveniência a que se dá o nome de posta-restante.



Esta emissão filatélica é composta por cinco selos para envio na Europa até 20g, com uma tiragem de 66 000 cada. O design dos selos esteve a cargo de Hélder Soares do Atelier Design&etc.
As obliterações de primeiro dia serão feitas nas lojas dos Restauradores em Lisboa, Munícipio II no Porto, Zarco no Funchal e Antero de Quental em Ponta Delgada.